Omega - O Absoluto

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Omega veio pra substituir o Opala

Com a difícil missão de substituir o Opala no Brasil e no coração dos brasileiros, a Chevrolet lançou o Omega em 1992, com um slogan nada modesto, mas verdadeiro “Absoluto”. O Omega, o novo sedã grande da GM foi bem aceito pela imprensa e consumidores, agradando logo de inicio pelo estilo, conforto, equipamento e desempenho.

O Omega, chegou ao Brasil 6 anos após a estreia na Europa. O período de adaptação para o mercado nacional levou pouco mais de 2 anos, um recorde para época. A GM não queria perder tempo, pois o país estava novamente aberto às importações e o Omega era a resposta da marca às recém-chegadas estrangeiras.

Os motores do Omega

O modelo chegou em 2 versões, GLZ e CD, equipados com motores 2.0 de 4 cilindros e 3.0 de 6 cilindros respectivamente.

O motor 2.0 foi herdado do Monza, mas, usava injeção eletrônica digital multiponto para entregar 116 CV. Porém, o destaque mesmo ficava com a linha 3.0 de 6 cilindros importado da Alemanha, que rendia 165 CV e 23,4 KGFM de torque máximo, acelerando de 0 a 100 KM/h em apenas 9,5 segundos.

Os grandes destaques do Omega

A aerodinâmica do Omega, era um dos pontos fortes do modelo, mas, o carro tinha muitos outros destaques, como a tração traseira, que aliada à suspenção independente garantia excelente dirigibilidade e ótimo diâmetro de giro. Internamente a grande atração era o quadro de instrumentos digitais (opcional para o CD), que oferecia boa visualização e uma modernidade evidente para época. O painel tinha desenho moderno, arredondado e com formato de “cockpit”, enquanto o sistema de som abrigava dois aparelhos. Um CD player e um toca fitas. O reconhecimento veio rápido, foi eleito carro do ano em 1993 pela revista 4 rodas e Autoesporte.

A versão perua estreou em 1993, com base no sedã, a Omega Suprema tinha características próprias e se destacava pelo porta-malas de 540 litros de capacidade. Um dos diferencias era o sistema de nivelamento que mantinha a altura da traseira, independente de estar vazia ou carregada. No mesmo ano chegava a versão a álcool, para o moto 2.0, que passava a 130 CV, se tornando o mais potente do mercado com esta cilindrada. No ano seguinte a GM tentou emplacar uma versão mais simples, o Omega GL, com a mesma mecânica do GLS, porém, com a lista de itens de conveniência reduzida. Ainda em 1994, a marca lançava a rara edição Diamond, baseada na GLS, mas com motor 3.0.

Em 1999, o Omega ganhou um “facelift” até encerrar sua produção de forma definitiva em 2003 aqui no Brasil.

O Omega passou a ser importado, o que aconteceu até 2012. Hoje são somente boas lembranças.

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